Minha Secretária Suzana
Estava sozinho no consultório. Eram 19:30 horas . Suzana acabara de sair . Estava todo suado , desarrumado , cansado e com a sensação de que havia feito uma besteira das grandes .
Sempre havia escutado em varias partes e de várias fontes que “onde se ganha o pão não se come a carne”. Regra fundamental numa relação estreita e diária entre patrão e empregada. No meu caso entre médico e recepcionista .
Suzana é minha recepcionista, melhor dizendo , meu faz tudo, há muitos anos. Cinco se bem me lembro. Sempre muito eficiente em tudo, tanto na lida com os pacientes e marcação de consultas quanto na parte burocrática com os convênios e também no gerenciamento financeiro da clínica. Somos apenas eu e ela nesses anos todos e a nossa relação sempre foi pautada por respeito mútuo e um distanciamento preventivo de ambos lados. Sabíamos que o limite entre a descontração e a intimidade nunca deveria ser ultrapassado.
Suzana é uma moça de 28 anos, casada há quase dez anos e sem filhos. Magra sem exagero, rosto bonito, cabelos longos castanho claros, olhos escuros, seios pequeninos e pontudos, cintura bem estreita, quadril largo e uma bundinha absolutamente ... maravilhosa !!! Tão arrebitada que a faz andar gingando .Resumindo, no meu conceito ... um tesão de mulher !!!
Para conviver com esta situação sempre sublimei o meu instinto de macho no trato diário com ela. Pra mim era como se estivesse trabalhando com um amigo do futebol da terça-feira. Dos mais feios e fedidos ...
Porém, hoje ficou claro que era apenas uma ilusão o fato de que eu não a notava como mulher. O que existe na verdade é uma forte atração sensual por ela e pior, que sou correspondido na mesma proporção ou mais intensamente ainda.
Vamos aos fatos ...
Hoje à tarde , por volta das 15:00 horas, estava aqui mesmo na minha sala num intervalo entre consultas. Como hoje é pós-feriado, muitos pacientes não aparecem e não se dão ao trabalho de desmarcar os horários agendados. Como estava tranqüilo, passei a ler relatos de CONTOS ERÓTICOS. Fui lendo e ficando progressivamente mais excitado. O membro estufando a calça branca e deixando uma nodoazinha translúcida no tecido. Subitamente Suzana adentrou a sala sem bater e me pegou alisando o pênis por cima da calça. Meu constrangimento foi evidente e rapidamente me recompus e fechei a pagina no computador. Porém, o limite da intimidade havia sido quebrado naquele exato momento. Os olhos de suzana pousaram na minha virilha e não vi qualquer sinal de constrangimento ou embaraço neles. Ela falou qualquer coisa que nem tenho agora a mínima idéia do que era e esgotado o assunto, disse que no final das consultas precisava conversar comigo e me mostrar algo. Mesmo tendo mais algumas consultas não consegui mais trabalhar direito. Fiquei um misto de constrangido, assustado e excitado. O que ela estaria pensando de mim ? No final conclui que o melhor era pensar que nada havia acontecido e que ficaria tudo como antes ... ledo engano !!!
As consultas terminaram por volta das 18:00 horas e como sempre fiquei revisando os prontuários antes de ir para casa. Pelo interfone Suzana me perguntou se podia ir até a minha sala pra conversar ... talvez estivesse com medo de me pegar desta vez com o membro na mão ... pensei ... rindo sozinho. Ri mas algo dentro de mim se inquietava.
Abrindo a porta, Suzana me disse que não havia mais ninguém no consultório e já havia trancado todas as portas. Ato contínuo, falou que ela própria precisava de uma consulta.
Pedi que sentasse para se explicar melhor.
- Olha doutor, estou muito envergonhada mas eu preciso mostrar uma coisa pro senhor.
- Vamos lá Suzana... coragem !!! ( A minha curiosidade e a minha excitação aumentavam exponencialmente ) .
- Sabe o que é ? Ontem eu tomei uma injeção de Voltarem na nádega e está doendo muito ... será que o senhor podia dar uma olhadinha ?
- Claro que sim Suzana. Venha cá ! – e a conduzi para o divã de exames .
- Acho melhor eu ficar de pé doutor ... assim o senhor consegue ver melhor .
Achei que ela apenas abaixaria um pouco o cós da calça , apenas o suficiente para que eu visse o local. Qual não foi a minha surpresa quando ela simplesmente tirou a calça e a calcinha ficando de costas pra mim ... aquela bundinha maravilhosa... aquele monumento aos adoradores de um traseiro bem tornido e bem desenhado ... aquele rabo gostoso !!!
Me olhando bem firme disse :
- O senhor não vai apalpar doutor ? É bem aqui ... me mostrando com a mão espalmada toda a nádega de um lado.
Do mesmo jeito, espalmei a mão e empalmei a bunda. Enchi minha mão com aquelas carnes gostosas e perguntei:
- Dói aqui Suzana? É aqui ? E aqui, também dói?
- Não Doutor, aí não !! O senhor tem que continuar pra eu ver onde é ...
Ouvi a safada respirando forte e vi que estava de olhos fechados.
A razão me abandonou e sem pensar beijei a bunda da minha secretária ... beijo interrompido apenas pra que eu escutasse o gemido que ela deixou escapar ...
- Ai Doutor que gostoso... o senhor não sabe da vontade que eu tenho do senhor...
Sem responder passei a beijar toda a bunda e a enfiar a língua no reguinho perfumado e macio. Meu pau parecia que ia explodir... a calça não ia agüentar muito tempo.
Fui levemente forçando as suas costas para baixo, fazendo com que ela ficasse de barriga no divã, o que abriu suas nádegas e expôs o cuzinho mais rosadinho que eu já vi.
Piscava com as minhas linguadas enquanto a dona dele rebolava pra mim.
- Ai doutor faz mais, continua, vai ! Não para!
- Come meu cuzinho... vai meu Doutor gostoso! Põe em mim essa piroca gostosa!
Nunca imaginaria a Suzana falando assim e estava achando tudo muito excitante!
Abri a calça e tirei a verga pra fora... já estava toda melecada e encostei na portinha.
- Não! Não! Eu quero aquela pomadinha que fica na gaveta e que não tem anestésico!
Susto geral pra mim. A safada sabia que aquela pomada servia pra comer cuzinho e agora eu também sabia porque o tubo acabava tão rápido... Suzana! Suzana! Quem diria ... rssss!!
Abri a gaveta, peguei o tubo e apliquei no anelzinho lindo e na cabeça do caralho pulsante.
- Agora me come meu macho gostoso!!! Vai!! Mete forte!!!
Não esperei um segundo chamado e comecei a forçar a entrada. Forçar é modo de dizer porque ele não ofereceu nenhuma resistência e logo estava cavalgando a minha secretária tesuda e gostosa que gritava obscenidades e ordens explicitas.
Com uma mão livre comeceia brincar com a bucetinha escorregadia e extremamente cheirosa... e em poucos instantes ela começou a gozar loucamente, rebolando com uma sambista e tendo espasmos no cuzinho que me levaram a insanidade. Agarrei a cinturinha estreita e numa estocada bem funda, firme e forte, gozei como nunca antes dentro dela em contrações que chegavam a ser dolorosas de tão intensas.
Desabei nas suas costas ofegante e saciado ...
- Não sai não doutor ... deixa amolecer aí dentro ..
- O senhor me fez muito feliz ... precisava me sentir mulher dessa maneira .. comida, fodida com gosto ... obrigada !!
O pinto foi saindo lentamente e com ele um filete de esperma claro e nada de sujeira. A danada tinha feito um enema antes de vir pra minha sala ... que premeditação, heim?
Me deixei ficar na cadeira, simplesmente acabado e torporoso enquanto ela se arrumava e num lance inusitado, com os olhos insondáveis de sempre me disse:
- Até amanhã Doutor!! Boa noite !! Fica com Deus e não se esqueça de apagar as luzes ao sair !! Lembranças à Dona Alice!!
A menção à minha esposa me desnorteou .. o que seria aquilo:
Um recado que estava perdido nas suas mãos ou que aquilo tudo foi apenas um momento de necessidade mútua e que nada mudaria?
Continuo aqui nessa cadeira .. desarrumado e confuso ... pelo menos agora todos vocês sabem da cagada que eu fiz!!


